Ao mestre, com carinho

Nos conhecemos quando eu tinha 18 anos e fui trabalhar como assistente de pesquisa dele, no Museu Nacional. Eu era uma capixaba recém-chegada ao Rio, estudante de jornalismo que não sabia nem o que era antropologia. Ganhava um salário e um bônus: Gilberto e Karina Kushnir dispunham do tempo deles, que valia muito mais queContinue reading “Ao mestre, com carinho”

Mais surreal que Buñuel

Eu precisava assistir a um filme para uma aula. Procurei no Netflix e não havia nem registro. Pesquisei no Google e percebi que seria difícil. Era “The Criminal Life of Archibaldo de la Cruz”, longa de Luis Buñuel, de 1955. Resolvi, então, buscar na NY Public Library que, como vocês já viram em outros posts,Continue reading “Mais surreal que Buñuel”

Comédia de pé: ame-a ou deixe-a?

Demorei para me render aos encantos da standup comedy. Lembro bem de, quando criança, ver programas americanos e não entender de onde vinha a graça. Achava tudo bobo demais. Ainda não sou super fã mas, pouco a pouco, vou me acostumando e descobrindo os meus favoritos. Ajudou muito a reportagem que fiz sobre mulheres naContinue reading “Comédia de pé: ame-a ou deixe-a?”

Boa hora para o Guggenheim

O Guggenheim é um museu especial porque, ao contrário dos grandes museus de Nova York, não é assim tão grande. É possível fazer uma visita bem completa e tranquila em apenas um dia. Melhor ainda quando as exposições temporárias valem a pena. Desta vez vi duas ótimas. John Chamberlain: Choices traz um panorama da carreiraContinue reading “Boa hora para o Guggenheim”

Hipsters em Nova York

Se você já foi a Williamsburg, no Brooklyn, ou caminhou pelas ruas do Soho, certamente esbarrou em um deles. Os hipsters são figura constante nessas áreas de Nova York. Considerados a tribo mais bem sucedida das últimas décadas (até porque eles já duram duas décadas), eles são uma espécie de mistura de hippie e yuppieContinue reading “Hipsters em Nova York”