Globo Notícia Américas – 02/08/12

No “Globo Notícia Américas” deste domingo, 2 de setembro, você vai conhecer o trabalho do Instituto Meta Social, uma organização em prol da inclusão de pessoas com deficiência. A coordenadora do projeto, Patrícia Almeida, fala sobre os direitos dos deficientes que vivem nos EUA, especialmente crianças, e comenta a responsabilidade do governo norte-americano em relação ao tema.

Além disso, o “Globo Notícia Américas” mostra as previsões de meteorologistas para a temporada de furacões, que vai até novembro. Saiba como montar um plano de emergência para enfrentar a chegada de um furacão. E mais: a venda de casas volta a subir nos Estados Unidos.

Confira todos os destaques no vídeo. O “Globo Notícia Américas” vai ao ar às 19h30 (horário de Nova York).

Clique na foto acima ou aqui para ver a chamada do programa.

Alanis Morissette fala de novo CD e maternidade

Leia o meu texto publicado hoje, no blog do Ela Digital, do jornal O Globo:

Era difícil dizer se quem lotava o auditório do 92nd Street Y ontem, no Upper East Side, ia a uma palestra ou um culto. Gargalhadas, choro e declarações como “Sua música salvou minha vida” deram o tom ao evento de divulgação do novo álbum de Alanis Morissette, “Havoc and Bright Lights”.

“O disco mistura todas as influências que já tive. Bob Dylan, Etta James, Aretha Franklin, hip hop e dance music”, disse a canadense durante a palestra. O primeiro single, “Guardian”, é uma homenagem ao filho, Ever. “Acho muito perigosa a ideia de que é preciso sofrer para compor. É necessário sentir paixão, isso sim. Seja ela em forma de carinho ou raiva.”

O oitavo álbum trouxe, ainda, uma relação mais serena com o público. “No começo, tinha dificuldade de receber a energia. Me entregava, mas, se a plateia vibrasse, tinha vontade de me esconder atrás da bateria. Tatuei um tigre no braço pensando em me proteger. Hoje isso é bem mais tranquilo para mim. Estar no palco é um privilégio. Posso expor todos os meus sentimentos, gritar, me sacudir, sem que ninguém ache estranho.”

A depressão que afastou Alanis das turnês ficou mesmo para trás. Relaxada e sorridente, a cantora declarou ter enfrentado inúmeros “momentos suicidas” e admitiu ter pedido ajuda muito tarde. Entre os maiores sofrimentos, ela apontou a produção do disco “Jagged Little Pill” e a mudança do Canadá para Los Angeles, na mesma época. “Nova York tem uma coisa que ajuda muito a vencer isso. É um senso de comunidade que faz parte do dia a dia.”

Vegetariana e engajada em causas ambientais, Alanis agora se dedica a outra batalha. “O maior ativismo que conheço é ser uma boa mãe. Acho que é o máximo que se pode fazer para construir um futuro melhor”. O nascimento de Ever, em dezembro de 2010, revelou à cantora novas prioridades. “Muita coisa mudou. Meu trabalho me acompanha. Mas o casamento – monogâmico e cheio de comprometimento – e meu filho estão em primeiro lugar. Ah, e depois da maternidade também descobri o café. Uma maravilha”, brincou Alanis.

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.

Alemã transforma MetroCard em obra de arte

Leia o meu texto publicado hoje, no blog do Ela Digital, do jornal O Globo:

O MetroCard é o fiel companheiro dos nova-iorquinos. Do prefeito Michael Bloomberg ao contribuinte mais comum, todos têm o seu cartão, que dá acesso ao metrô e aos ônibus da cidade. Ele já foi imortalizado em camisetas, em ímãs de geladeira e em uma canção do grupo Le Tigre.

Mais de dez anos atrás, Nina Bosch, uma alemã radicada em Nova York, passou a usar os cartões descartados como matéria-prima de suas obras. Até o dia 31 de agosto, a galeria The Bean, no East Village (54 2nd Avenue), exibe a série de colagens da artista. Ela costuma dizer que trata-se de uma arte reciclável, que ajuda a deixar mais limpas as estações de metrô da cidade. “O que para muitos é apenas um MetroCard velho, vencido, para mim é um desejado material artístico.”

O resultado é uma homenagem a ícones da cidade. Os táxis amarelos, o Museu Guggenheim, Woody Allen e, claro, o próprio MetroCard!

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.

Drinks de absinto no Brooklyn

Leia o meu texto publicado hoje, no blog do Ela Digital, do jornal O Globo:

Por quase um século, o absinto foi apontado como uma bebida maldita, proibida em vários países, inclusive nos Estados Unidos. Por aqui, o banimento foi suspenso somente em 2007, quando a “fada verde” voltou a reinar. No Brooklyn, a Maison Premiere (298 Bedford Avenue) oferece um cardápio com 27 variedades, além de drinks especiais, que misturam a bebida, cubos de açúcar e água gelada. O lugar tem, ainda, uma vasta seleção de ostras, que podem ser harmonizadas com o absinto.

Seja pela aura misteriosa, pela promessa afrodisíaca ou pelo alto teor alcoólico, o destilado angariou fãs famosos ao longo dos séculos. Entre eles, os escritores Arthur Rimbaud, Émile Zola e Oscar Wilde e os pintores Vincent van Gogh, Amedeo Modigliani e Pablo Picasso. Edgar Degas chegou a batizar um quadro com o nome do líquido de sabor anis.

A dose custa de $11 a $16 dólares. Há garrafas de vários países.

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.

Sem Michael, com Bird

A má notícia do fim de semana é que o evento Brooklyn loves Michael Jackson, que aconteceria no domingo no Prospect Park, foi cancelado. Sabe-se lá por que Spike Lee, o organizador da homenagem, desistiu de cantar parabéns pelos 52 anos que o astro pop completaria na data.

A boa notícia é que continua de pé e cheio de ótimas atrações o Festival que celebra a obra de Charlie Parker. Foi minha dica de hoje no blog do Ela Digital:

Apesar de ter nascido no Kansas, foi em Nova York que Charlie Parker viveu os grandes momentos de sua carreira. Ele se mudou para a cidade em 1939, aos 19 anos. A ideia era tocar saxofone, claro. Mas para se sustentar ele fez vários bicos, inclusive lavando pratos em restaurantes. A fama como músico se solidificou em boates do Harlem, como a Clark Monroe’s Uptown House e o Minton’s Playhouse, dois redutos do bebop.

No mesmo bairro, sexta e sábado, haverá shows de graça no Marcus Garvey Park. Amanhã, a partir das 19h00, a homenagem ao músico, sob o comando do compositor Miguel Atwood-Ferguson, vai relembrar o disco “Charlie Parker with Strings”. No sábado, a festa começa mais cedo, às 15h00. Roy Haynes recebe a cantora Rene Marie.

O Festival Charlie Parker tem vários outros eventos, como workshops, palestras e apresentações teatrais. Para ver a programação completa do evento, que completa 20 anos neste verão, clique aqui.

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.

A NY dos anos 1920 em pleno 2012

Leia o meu texto publicado hoje, no blog do Ela Digital, do jornal O Globo:

Hoje é 18 de agosto de 2012? Não em Governors Island. Lá, pelo menos por um fim de semana, estamos em 1920. O Jazz Age Lawn leva centenas de pessoas vestidas com trajes da época de Zelda e F. Scott Fitzgerald. Flappers pegam a balsa e passeiam pelos gramados da ilha como se o crack da Bolsa de Valores em 29 estivesse longe, longe… Apesar de Wall Street estar logo ali, do outro lado do East River.

Michael Arenella e sua Dreamland Orchestra tocam sucessos da era do jazz entre as 11:00 e 17:00. Haverá, ainda, partidas de beisebol com equipamentos e uniformes dos anos 1920. Os ingressos para a área reservada dos eventos custam US$15. A balsa que vai de Manhattan para Governors Island é gratuita. Os interessados podem vestir roupas comuns. Mas saibam que vão se sentir peixes fora d’água. A maioria mergulha no túnel do tempo.

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.

Nova política de imigração no Globo Notícia Américas

No “Globo Notícia Américas” deste domingo, 19 de agosto, vamos mostrar os detalhes da nova lei de imigração, que entrou em vigor esta semana nos Estados Unidos. A nova política de Barack Obama deve beneficiar cerca de 1,7 milhões de jovens. Para entender como foi a primeira semana da medida e as reações a ela, o programa recebe a advogada Laryssa Tinoco, que também dá dicas de como se candidatar ao benefício.

E mais: os incêndios destroem florestas nos estados do Oeste. A seca deste ano já é oficialmente a pior em meio século, e uma das consequências é o aumento dos casos de febre do Nilo Ocidental. Além disso, a taxa de obesidade continua alta nos EUA.

Não perca! O “Globo Notícia Américas” vai ao ar às 19h30 (horário de Nova York). Para ver a chamada clique na foto acima ou aqui.

Vanyamania: Tchekhov é pop

Leia o meu texto publicado hoje, no blog do Ela Digital, do jornal O Globo:

O texto foi escrito há mais de um século. Toda a história se passa em uma mesma casa, no interior da Rússia. Os personagens sofrem de tédio e solidão. Mas o público vibra. Quase simultaneamente, Nova York recebeu duas montagens de Uncle Vanya, uma prova de que Anton Pavlovich Tchekhov é, sim, um sucesso de audiência.

A primeira foi uma curta temporada no Festival do Lincoln Center, em que Cate Blanchet derreteu o coração dos críticos. Foram apenas dez sessões, todas esgotadas. Quem perdeu tem a chance de ver a montagem contemporânea do Soho Rep, dirigida por Sam Gold e em cartaz até 26 de agosto. O pequeno teatro, em formato de arena, torna as histórias dos personagens ainda mais próximas da realidade do espectador. O figurino é simples, assim como o cenário, e essa opção faz as ironias do texto saltarem.

Outro ator de Hollywood estrela o espetáculo: Michael Shannon interpreta o médico infeliz e conquistador. O único porém: os ingressos também estão esgotados. O jeito é ir para a fila pelo menos uma hora antes e torcer por alguma desistência.

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.

Tirolesa na selva… de concreto

Leia o meu texto publicado hoje, no blog do Ela Digital, do jornal O Globo:

As ruas de Nova York se fecham para os carros e se abrem para o verão. Hoje e no próximo sábado, mais de 11km de asfalto serão reservados para atividades que são a cara da estação. Haverá feiras de produtos orgânicos, passeios de bicicleta, aulas de ioga ao ar livre e paredes de escalada.

A principal atração do Summer Streets deste ano é a tirolesa da Foley Square. A sensação é única até mesmo para quem já praticou a atividade: em vez de descer em um cabo de aço entre árvores, os aventureiros têm como paisagem os arranha-céus da cidade.

Para participar, é preciso pesar entre 27 e 113 kg. A Foley Square fica perto do City Hall, a prefeitura de Nova York. A tirolesa funciona das 7:00 às 13:00.

No site do Departamento de Transportes de Nova York há uma lista completa das atividades do Summer Streets.

Clique aqui para ler outras notícias do Ela Digital.