A primeira vez em que vi uma obra de Kehinde Wiley foi no Brooklyn Museum, uns três anos atrás. Era o quadro aí do lado, Napoleon Leading the Army Over the Alps, e ele ficava bem no lobby, visível antes mesmo de se comprar o bilhete. Foi uma surpresa. Era um homem negro, parecido comContinue reading “Kehinde Wiley e o orgulho de ser”