Jill Bolte Taylor era uma pacata cientista, especializada no cérebro humano. Até que um dia, ela pode vivenciar tudo o que estudava. Sofreu um derrame e descobriu muito mais que ciência. Aprendeu a viver.
Lembrei muito do Carlos Drummond de Andrade vendo esse vídeo.
“Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) da vida,
Mas a poesia (inexplicável) da vida.”