Deprê? Ozon nela!

É claro, nem todos os filmes de François Ozon são antídotos para a tristeza. Não vi “Time to leave”, mas imagino que seja de afundar até Pollyana num quarto escuro. Em compensação, “5X2”, “8 femmes” e até “Swimming Pool” são uma contenteza só. O francês se esbalda em graça com suas histórias surreais, diálogos hiláriosContinue reading “Deprê? Ozon nela!”

Only when I dance

Faz quase um ano, em um jantar na casa de amigos queridos no Queens, alguém me disse que acabara de ver um filme maravilhoso no Netflix. “Me acabei de chorar”, meu amigo afirmou, sobre “Only when I dance“, que desde então segue instantâneo no Netflix. Ontem, depois do trabalho, segui para um happy hour comContinue reading “Only when I dance”

A capela do amor

Eles se conheceram por acaso, em Vence, na França. Ele, já um senhor, precisava de um enfermeira que trocasse os curativos de uma cirurgia de tempos em tempos. Ela, um jovem sem grandes pretensões, escondeu o fato de que só havia cursado o primeiro ano em enfermagem e correu para ajudar. Ele se chamava Henri Matisse.Continue reading “A capela do amor”

Estranhas fantasias

Já que o assunto é inspiração, acabo de ver um filme daqueles. Na verdade, o filme em si não é a coisa mais fantástica do mundo. Mas fiquei impressionada com a saga – real – de Sandra Laing. Ela é um mito na África do Sul. Eu nunca havia ouvido falar. Depois de assitir aContinue reading “Estranhas fantasias”

A estrela brasileira do Cosmos

Um dia passei no escritório correndo, já no fim da tarde, para buscar um livro que havia esquecido na mesa. Chegando lá, percebi a redação em polvorosa. Pelé estava gravando um quadro para o Fantástico. Desci e ele veio logo atrás, no elevador seguinte. Deu tempo de ver a reação dos funcionários do prédio. TodosContinue reading “A estrela brasileira do Cosmos”