Este domingo tem mais uma edição do Globo Notícia Américas trazendo a polêmica sobre o assassinato de um adolescente na Flórida. Seria um crime de racismo? Também vamos mostrar as consequências do terremoto no México e o alerta de uma organização sobre o grande número de crianças envenenadas por consumirem remédios em excesso ou impropriamente. Nos estúdios, a nossa entrevistada é a grafiteira Panmela Castro. Vamos trazer, ainda, a primaver esquisita que parece verão em algumas regiões dos Estados Unidos e inverno em outras.
É domingo, logo depois do futebol!
Clique na foto ao lado ou aqui para ver a chamada com os destaques.
Na foto aí do lado, Panmela Castro aparece discreta, embaixo, no canto esquerdo. Se você olhar para os outros rostos, vai achar um bocado de gente conhecida. Oprah Winfrey de vestido verde. Jessica Alba em um bege brilhoso.Tina Brown ao lado dela, de lilás. Chouchou Namegabe misturando laranja e amarelo. E a estilista Diane Von Furstenberg de pé, toda sorridente. Morri de vergonha de ser brasileira e só ter ouvido falar de Panmela quando entrevistei Furstenberg, no mês passado.
Ela me contava, orgulhosa, do prêmio DVF Awards, que presta homenagem a cinco mulheres de todo o mundo que desenvolvem atividades pra promover a igualdade entre os gêneros. Ou, como gostam de dizer por aqui, o women empowerment. Oprah e Couchou estavam entre elas. Panmela também.E eu nunca tinha ouvido falar da moça.
Grafiteira de mão cheia, Panmela nunca se contentou a fazer arte pela arte. Queria usar os muros da cidade para informar. Neles cabiam cores, mas também mensagens sobre a Lei Maria da Penha e os direitos das mulheres. No Rio de Janeiro, ela fundou a ONG Artefeito (hoje chamada Rede Nami) que ajudou a formar grafiteiras talentosas como ela ou, simplesmente, abriu novas janelas para jovens que já não viam caminhos alternativos à posição submissa imposta a tantas brasileiras.
Esta semana, a revista Time trouxe, como reportagem de capa, a mudança nos padrões da família americana. Hoje, 44% dos lares já têm mulheres como principais provedores e na próxima geração, elas devem ser a maioria. Talvez seja a maior revolução a que vamos assistir. Talvez seja a maior revolução jamais vista, desde que o homem das cavernas disse, pela primeira vez, que a mulher ficasse em casa enquanto ele ia caçar.
Panmela Castro é nossa entrevistada esta semana no Globo Notícia Américas. Daqui, ela segue para Praga, Viena e outros países da Europa, onde dá uma série de palestras e workshops. Só volta ao Brasil em maio. Em junho ela vem mais uma vez a Nova York, onde participa de uma exposição. Vale a pena nós, brasileiros, procurarmos com atenção a arte social dessa carioca, que o mundo já descobriu. É para se encher de orgulho. Avante, Panmela!
Este blog é um ótimo canal de conversa. Sei de gente que segue minhas dicas e eu também recebo várias boas ideias por aqui. Mas além desse diálogo precioso, também uso o espaço para guardar lembranças de coisas especiais que vi, li, ouvi nesta Nova York incansável. De uns tempos para cá tenho postado menos dicas culturais porque a cidade não para e quando o inverno vai se despedindo a gente tem tanta coisa para fazer que nem dá tempo de registrar tudo.
Uma amiga me disse certa vez que queria montar um jornal chamado “O Elogio”, só para falar bem das coisas. Críticas negativas estariam fora. Pois hoje resolvi juntar em um só post quatro coisas bacanérrimas que fiz nas últimas semanas e acabei não registrando por aqui.
A primeira talvez tenha sido a mais emocionante. Fomos ver Madama Butterfly na Metropolitan Opera. A montagem é linda de doer, mas a emoção maior foi ver mais uma novidade de Plácido Domingo. Desta vez, na regência. Pode existir coisa mais incrível do que ver um ídolo absoluto se desafiando em diferentes papeis? Amigos que entendem da coisa dizem que, como maestro, ele não é tecnicamente incrível. Eu, que não entendo, fico apenas com o lado emocional. E nesse, ele é impecável. Dois anos atrás, haviamos visto outra estreia: em Simon Boccanegra, Domingo fez seu primeiro papel como barítono. Para quem acha loucura se lançar a desafios depois de uma certa idade, taí a lição.
Ultimamente tenho lido apenas o que é pedido para as aulas. O volume de leitura é absurdo e os livros sobre outros assuntos tiveram de ser adiados para maio, quando a correria do mestrado passar. Só que muitas vezes a gente esbarra em pérolas entre os livros indicados pelos professores. “Codes of the Underworld – How criminals communicate”, de Diego Gambetta, é uma delas. Para quem gosta de filmes de máfia, é um prato cheio, divertido e repleto de histórias para contar para os amigos.
Também já falei há alguns dias da exposição do Jesús Rafael Soto (o bonitão de bigode na foto lá do alto), em cartaz até o fim do mês na Grey Art Gallery. Estive lá esta semana e queria, mais uma vez, recomendar o programa. Para quem não conhece a obra dele, é uma oportunidade imperdível de ver algo completamente diferente de tudo. Para quem conhece, a exposição vale a pena por ser uma bela recapitulação da fase mais especial do artista.
Por último, mas não menos importante, o filme mais fofo da semana foi Chico e Rita, em cartaz em poucos cinemas da cidade. O desenho é uma delícia, um programão para um domingo à tarde. A trilha de Bebo Valdés faz qualquer um sair da sala levitando. E acho que vale a pena ver numa tela grande. A simplicidade às vezes merece esse cartaz.
No “Globo Notícia Américas” deste domingo, 18 de março, você vai conferir a acirrada disputa pela vaga republicana nos Estados Unidos, que se mantém concentrada entre Mitt Romney e Rick Santorum. Além disso, vamos mostrar o aumenta das oportunidades de emprego para jovens.
Veja também: O preço da carne aumenta nos EUA, enquanto na Argentina, tem gente pensando em cortar os famosos bifes do cardápio por questões de saúde.
Nos nossos estúdios, uma entrevista sobre a desregularização da energia e do gás nos Estados Unidos. Como isso afeta o seu bolso?
Não perca! O “Globo Notícia Américas” vai ao ar às 19h30 (horário de Nova York). Para ver a chamada com os destaques, clique na foto acima ou aqui!
Imagine um pé sujo bem sujo. Não. Eu disse sujo, sujo, sujo. Mais. Um daqueles que você jamais teria coragem de recomendar a ninguém. E só iria para não ser chamado de fracote. Pois eu tenho um amigo que teve a audácia de nos recomendar, acreditando que a gente era valente para valer. E para não decepcionar, fomos. Golaço.
O Tasty Hand Pulled Noodles (sim, este é o nome do restaurante, para vocês verem como a galera é ligada em marketing) já começa te desafiando pela localização. Fica no chamado “bloody angle” (não se chama ângulo sangrento à toa), aonde eu não iria à noite nem para provar que sou arretada. O apelido foi dado no começo do século por causa da quantidade de assassinatos que aconteciam no local. É de arrepiar. Um daqueles lugares onde, certamente, há porões onde tudo de mais perigoso acontece. Sabe “O Poderoso Chefão”? Só que em Chinatown. Entendeu, né?
Ainda do lado de fora, o segundo desafio. O lugar é tão especial que nem tem o grade do lado de fora. Lembra daquele sistema de notas da vigilância sanitária de que falamos aqui? Pelo menos quando estive lá, não havia nadica na porta (repare acima, a foto da fachada). Nem A, nem B, nem C, nem Grade Pending. Imagino que o fiscal da vigilância deva ter pensado que aquilo ser chamado restaurante era piada.
Mas acreditem em mim. Se vocês conseguirem vencer o medo, terão uma experiência incrível. Ontem o New York Times publicou um artigo sobre os chamados “thin places”. Resumindo, são lugares onde a gente se sente a pessoa mais feliz do mundo. É raro viver isso e ali, eu vivi. Da mesa (acho que são só quatro) você consegue assistir, por uma portinha, ao cozinheiro fazendo os noodles à mão. A massa é mesmo diferente de qualquer uma. Nunca comi nada parecido e depois de lá, tudo perdeu a graça. O radinho da Hello Kitty pendurado no balcão me vem à cabeça toda vez que pago vinte dólares em um prato que não chega aos pés daquele (que custa, em média, $7,50). Os vegetarianos estão indicados no cardápio. Se você não fala chinês, é só apontar.
Vale a pena sair de lá e andar sem rumo pela Doyers Street. Você vai ver filas de salões de beleza e barbearias, além da Nom Wah Tea Parlor, no mesmo endereço, na 13 Doyers Street, desde 1927. Só que já é mais arrumadinho, então não entra na nossa semana especial. De toda forma, vale a pena. Caminhando até o final da rua, você encontra diversas lojinhas fofas e uma igreja inusitada. Só faço questão de ressaltar: o gran finale da nossa semana ficou por último por um motivo. É coisa para iniciados. Não vá lá apenas porque deu vontade de comer noodles. Vá à procura de aventura. Caso contrário, melhor não arriscar, ou vão ficar me maldizendo por aí e eu estou muito jovem para acabar em um porão qualquer da Doyers Street.
Domingo tem mais uma edição do Globo Notícia Américas, logo depois do futebol. Desta vez vamos falar de um assunto que anda tirando o sono de muita gente aqui nos Estados Unidos: o aumento do preço da gasolina. O que Barack Obama disse sobre isso? Também vamos mostrar a corrida pela vaga republicana nas eleições deste ano e as manifestações na Colômbia e no México. A edição traz ainda o perigo do câncer de pele entre adolescentes e uma entrevista com Lisa Lima, que explica como viajar com crianças e economizar nas férias. É bom se preparar porque o spring break está chegando! Nos vemos no domingo! Até lá!
A proposta da semana do pé sujo era, além de escolher os favoritos, privilegiar a diversidade. Passamos por um cubano, um vietnamita, um cambojano e hoje vamos conhecer um mexicano. Pensei em pôr o Nixtamal, em Corona, no Queens, que tem tacos incríveis. Depois, considerei o Lolita’s, aqui no Harlem. Mas, convenhamos, eles são restaurantes simples, mas não entram na classificação pé sujo. O Lolita’s tem até florzinha na mesa e mariachis cantando às quintas-feiras! Então, o campeão, é… El Aguila!
O El Aguila fica na esquina da 116th Street com a Lexington, bem na saída do metrô (o endereço mais preciso é 137 E 116th). Quem conhece a cidade sabe do que estou falando. Estamos em El Barrio, a vizinhança dos hispânicos no Harlem. Tem lugar melhor para saborear um taco? Aqui, comerciantes portoriquenhos, dominicanos e mexicanos se encontram. Mas o El Aguila é especial. Tem uma diversidade de sabores impressionante. Para os carnívoros, o campeão é o taco al pastor, feito com uma espécie de churrasco grego e com abacaxi. É uma herança dos libaneses que migraram para o México. Tudo baratinho, uns $2,00 em média.
O lugar tem poucas mesas, mas costuma ser tranquilo até porque todo mundo faz refeições rápidas. Repare nas tortas decoradas! Um luxo. E aproveite para passear pela região vendo as outras lojinhas. Se você descer pela Lexington, vai ter uma bela noção do que é o East Harlem. O lugar tem a maior concentração de projetos (conjuntos habitacionais) da cidade e é considerado um dos mais pobres e violentos. O que para quem mora no Rio de Janeiro é pinto. Pode passear tranquilamente, observando as construções (ainda existem antigos tenements por lá) e os grafites. Na esquina da Lexington com a 104th, tem um grafite histórico, monumental, em um prédio de quatro andares. Tem ainda o Guernica de James de la Vega, na Lexington com a 111th. O artista é um dos mais celebrados da street art e, além desse, há vários outros grafites dele espalhados pela região, onde de la Vega nasceu. A boa é fechar o dia no Museo del Barrio, que fica na 5th Ave entre a 104th e a 105th e sempre tem ótimas exposições. Além de um café super charmoso. A trilha sonora do nosso passeio é East Harlem, do Beirut. Bonitinho demais!
Chegamos ao meio da nossa semana cheios de saúde! E hoje vamos desfrutar a maravilhosa culinária do Camboja! Aliás, só um parêntesis. Depois que os pauteiros do New York Times entraram no meu blog e viram o post sobre o Grade Pending, resolveram entrevistar chefs de vários restaurantes que questionaram a classificação por letras. Hoje o prefeito Michael Bloomberg defendeu as notas. (Como é bom ser jovem e ter a ilusão de que o mundo presta atenção na gente e nós o fazemos girar. Lindo isso)
Agora, voltemos ao nosso pé sujo do dia. E aguardem. Já já ele estará na seção de gastronomia da New Yorker. hehehehe… O Num Pang é um velho conhecido dos novaiorquinos e se aparecer em uma dessas revistas, certamente não é por minha causa. A culpa é do melhor sanduíche da cidade: Roasted Cauliflower ($7,00). Tem também o de catfish/ bagre ($7,50) e o campeão na preferência dos carnívoros: Pulled Duroc Pork ($7,75). Como eu já havia dito, no post sobre o Red Rooster, sou especialista em milho. E posso garantir que é daqui o melhor da cidade. Por apenas $2,50, você tem garantida uma experiência transcendental. Para acompanhar, suco de melancia com pedaços da fruta ($3,50). O único porém é a fila. Como a cidade já sabe que o lugar é incrível, você acaba tendo de esperar um bocadinho, a menos que vá em horários alternativos, como no meio da tarde.
O Num Pang fica na 21 E 12th Street. Uma ótima pedida para quem estiver passeando pela Union Square. Aproveitando, passeie livre por essa região. Vá até a Strand, descubra livros raros por uma pechincha, e aproveite para dar um pulinho em uma loja maluca ali do lado. A Forbidden Planet é esquisitíssima, cheia de bonecos e acessórios de personagens de quadrinhos. Eu aproveitaria e seguiria pela University Place até chegar à Washington Square. Além de ver a praça linda onde Michelle Pfeiffer e George Clooney fizeram as pazes em “One fine day” e Harry e Sally passaram ao chegarem a Nova York, você pode dar uma passadinha na Grey Art Gallery, que sempre tem exposições bacanas. Até dia 31 de março ela abriga uma super especial, com a obra de Jesús Rafael Soto. Quem não conhece a obra dele não deve perder a oportunidade. Veja abaixo o que esse gênio faz em um vídeo que fiz na última exposição dele por essas bandas.
Seguindo a nossa saga à procura dos sujinhos mais simpáticos da cidade, hoje temos comida indiana no cardápio. O Haandi é tão pé sujo, mas tão pé sujo, que quando fui lá pela primeira vez um senhor me parou na calçada e disse: “não entra aí, minha filha. Tem um outro indiano bem mais apresentável ali no fim da rua”. Naquele momento tive a certeza de que eu e o Haandi estávamos destinados a uma longa e deliciosa amizade.
O restaurante fica na 113 Lexington Avenue, quase na esquina com a 28th St. A região é bem próxima de Murray Hill. Como é cheia de restaurantes e vendinhas indianas, ganhou o apelido de Curry Hill. Há várias opções, mas o Haandi é especial. O naan, quentinho, é o melhor da cidade. Além disso, você come e repete quantas vezes quiser pagando apenas $10. E o mais legal: descobre um dos mais bem guardados segredos da cidade. Já se perguntou como vivem, o que lêem e onde comem os taxistas de Nova York? Ou só eu tenho esse tipo de curiosidade? Ainda não consegui a resposta para as duas primeiras perguntas, mas a última é molezinha. Estão todos no Haandi, como vocês podem ver pela foto que tirei na entrada.
A tv fica ligada em um canal de clipes indianos em que moças dançam com roupas diminutas, porém cigarros são devidamente escondidos por um blur na imagem. O atendimento é ótimo, daqueles em que ninguém te amola, mas sempre que você precisar, eles aparecem.
Um bom passeio é seguir dali para o Madison Square Park, onde invariavelmente há lindas exposições ao ar livre (a da foto ao lado foi no ano passado) e dar uma olhadinha no Flatiron Building. Se tiver sorte, você ainda verá um pôr do sol lindo, no coração da cidade. Depois, pare para um café ali do lado, no Eataly, para dar algum glamour ao seu dia pé sujo. Suba mais um pouquinho até chegar ao Garment District. Aí, então, é puro afã. Essa região tem um parque em que só entram os moradores (besta até não poder mais, mas curioso) e casinhas super charmosas.
Para finalizar, uma dica especial, um pouco mais ao oeste. Chama-se Type Directors Club e fica na 36th entre a 8th e a 9th Ave. Trata-se de um museu praticamente desconhecido no 6o andar de um prédio apagado em que volta e meia há exposições. Neste momento, eles abrigam uma retrospectiva sobre os 65 anos da instituição. Só dá para visitar com hora marcada, mas costuma valer a pena, principalmente para designers e jornalistas de impresso. Mas se você for uma pessoa curiosa ou já conhecer Nova York de cabo a rabo, também vale!
Depois do post sobre o Grade Pending, me deu vontade de falar de uma das instituições universais mais caras à minha pessoinha: o pé-sujo. Sim, eu adoro. E, sim, ele é universal. Brasileiros que pensam que os sujinhos são coisa nossa estão muito enganados. E Nova York tem alguns dos melhores. Com uma vantagem: aqui eles são especializados. Tem pé-sujo vietnamita, cambojano, mexicano, japonês, francês. Por isso resolvi fazer desta a semana do pé sujo aqui no blog. Todo dia, até sexta-feira, vou postar sobre um dos meus cinco sujinhos favoritos. Começo pela comida cubana.
O Margon é uma ótima pedida porque fica em plena Times Square, no meio daquela confusão de madames com sacolas e turistas incendiários. Ele é imundinho mesmo. Tem que topar o desafio. E não há nada de cool naquele corredor sem fim a não ser a Janny, uma atendente que jura ser vegetariana apesar de passar o dia entre coxas de frango e rabadas (servidas às segundas e sextas). Para nós, vegetarianos, o jeito é contar com ela. Janny prepara um sanduba com picles de cebola que é um espetáculo (custa $4,00). E claro, tem mandioca, arroz, feijão e banana frita. É o mais perto que se pode chegar de um pé-sujo carioca.
Para os carnívoros, a boa é o sanduíche cubano, que leva carne de porco, presunto, molho tártaro e uma fatia de peperoni. Se você pedir o combo, que inclui, além do sanduíche, um prato de arroz e feijão, vai gastar $9,00.
O Margon fica na 136 W 46th Street, entre a 6th e a 7th Ave. Só abre para café da manhã e almoço. Para acompanhar, sugiro um passeio pela New York Public Library (aquela dos “Caça-Fantasmas”, lembra? Não? No vídeo abaixo tem uma paródia meio boba, mas onde dá para ver o lugar com mais clareza que no filme original), pelo Bryant Park (tente encontrar a estátua de José Bonifácio de Andrada e Silva e fique de olho no American Radiator Building, um edifício preto e dourado, construído na década de 20, um dos mais lindos da cidade) e pelo International Center of Photography.
Juro que a comida é deliciosa. Para completar, o ambiente é impagável. É uma viagem à Rua Uruguaiana, no Rio de Janeiro, onde se vêem engravatados e peruas de pé no balcão, tomando caldo de cana e comendo pastel frito. Um luxo.